Santa Casa da Misericórdia de Óbidos

 

Dia de S. Martinho na Misericórdia de Óbidos

Para fazer lembrar a tradição, as crianças da Creche da Santa Casa, alguns alunos da Disciplina de Religião e Moral do Agrupamento de Escolas Josefa de Óbidos e os idosos e funcionários do Lar de Idosos, desenvolveram, no dia 09 de Novembro de 2012, actividades que tiveram como objectivo reviver e comemorar o dia de S. Martinho, com um lanche convívio com castanhas e batata doce sem esquecer a Água Pé.

No dia anterior as crianças tinham ido apanhar caruma para fazer a tradicional fogueira para assar as castanhas. Felizmente, “o sol deu-nos o prazer da sua graça” e deixou fazer uma fogueira onde se assaram as castanhas que todos comeram com muita satisfação.

Para iniciar a festividade durante a tarde, as Educadoras da creche, realizaram um pequeno teatrinho de fantoches sobre a lenda de S. Martinho.

O coro da Misericórdia de Óbidos composto por funcionários e alguns membros da Mesa Administrativa recolheu alguns provérbios populares de S. Martinho e cada elemento leu um em voz alta para que os nossos idosos pudessem reviver alguns ditos antigos, como por exemplo “No dia de S. Martinho, mata o teu porquinho e prova o teu vinho”.

Dando seguimento à atuação do coro, declamamos alguns poemas e cantamos algumas canções populares, que tanto os idosos, como as crianças tão bem conhecem. No final da actuação, cantamos uma canção do S. Martinho que uma das colaboradoras do lar escreveu para ser interpretada neste dia.

Como a tarde estava animada, tanto as crianças como os idosos pediram para cantarmos de novo e nós assim fizemos. Mas a tarde prometia e não é que uma das idosas também quis mostrar os seus dotes vocais e cantou uma cantiguinha bem à sua maneira, com direito a palminhas das crianças.

Para finalizar este dia, crianças, idosos e colaboradores comeram castanhas, batata-doce, beberam sumo e conviveram mais um pouco, pois os nossos idosos rejuvenescem quando vêm as nossas crianças e onde todos de divertiram relembrando tradições antigas que não se devem perder.

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